Design de livros
“Os livros são objetos transcendentes
Mas podemos amá-los do amor táctil
Que votamos aos maços de cigarro
Domá-los, cultivá-los em aquários,
Em estantes, gaiolas, em fogueiras
Ou lançá-los para fora das janelas
Talvez isso nos livre de lançarmo-nos
Ou – o que é muito pior – por odiarmo-los
Podemos simplesmente escrever um ...”
(Caetano Veloso; Livros; LIVRO)
O design de livros pode ser o mais antigo e insubstituível ofício já exercido por artistas gráficos, sejam eles artesãos, escribas, artistas plásticos ou desenhistas industriais, até os dias de hoje e possivelmente no futuro. Algumas dessas profissões não existiam no passado, pelo menos com esta exata denominação, todavia a natureza deste nobre trabalho era praticamente a mesma. Com todos os avanços tecnológicos existentes pelo advento da informática, o livro continua sendo mídia e instrumento, indispensável na transmissão do conhecimento. É a estrutura gráfica mais durável que existe, como símbolo de virtude, pode sobreviver aos séculos.
A idéia é como a chuva, alguma hora ela cai, inevitável e benéfica. É possível ser surpreendido em meio a uma tempestade cerebral, sem caderno de anotação, sem guarda-chuva. Por hora, percebe-se a necessidade de reunir as idéias sem propósito, que nascem prontas, vivas, sem demanda. Molhar-se é importante, para que não aconteça o criminoso aborto da idéia.
Philos é o logotipo da revista virtual dos alunos de graduação em filosofia da PUC-RJ que visa reunir trabalhos, fotos, vídeos e calendário de palestras.

Capa
Cabe admitir que a capa do livro deve expressar esteticamente as sensação que a história proporciona ao leitor. Todavia, num mundo onde o crescente número de títulos publicados espalha-se confusamente pelas prateleiras das livrarias, deve-se reconhecer que o critério de projetação de uma capa não fala apenas do conceito, mas também implica um modo de chamar a atenção dos possíveis leitores.
Marcelo Lago é artista plástico (http://www.marcelolago.com.br/) e realizou um evento de poesia contemporânea na cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, com a participação de poetas e escritores. O evento contou com a presença de um grande público e se deu no “Bar do João”, um estabelecimento sofisticado que conta com espaços lúdicos, como mesas de bilhar, totó e automóveis antigos expostos. Como a mesa de bilhar é um elemento muito pregnante no local, optou-se por utilizá-la no próprio cartaz.
Recursos de Design
Recursos de Design é o logotipo do site em desenvolvimento da equipe de projeto de produto de Fernando Bornia.


Mínimos
Mínimos é uma marca de ilustrações vetoriais minimalistas, que tem como tema principal o cotidiano. São representações de atividades humanas comuns, onde todos possam se identificar. Os desenhos são impressos nas camisetas através do processo serigráfico.

Marzô
Marzô é a marca da grife de bijuterias e acessórios de Maura Marzocchi. São objetos de muito bom gosto que podem ser customizados e utilizam vários tipos de materiais. Têm como público alvo “mulheres maduras”.


Multiplex: Identidades urbanas
Site projetado com o objetivo de discutir o tema: Identidades urbanas.
Multiplex ou Multiindivíduos, são conceitos escolhidos para designer que possua identidades múltiplas. Num mundo cada vez mais voltado para a conectividade, a tendência é assumir inúmeros papéis, maneiras de viver, de consumir e relacionar-se uns com os outros. A disseminação de novas tecnologias de comunicação e de imagem, devem tornar as relações interpessoais cada vez mais dinâmicas, intensas e eficazes, possibilitando o surgimento das chamadas “tribos urbanas”.

Concurso de capa para novo disco de Miles Davis
O concurso de capa de CD para o lançamento da coletânea The very best of Miles Davis foi divulgado pela Sony, e o briefing consistia no desenvolvimento de uma capa que tivesse apelo ao público feminino, que não fosse propriamente conhecedor ou consumidor de Jazz.
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